CÉU DE AGOSTO
Flana ave no espaço plúmbeo de agosto
Cinérea ilusão do pássaro
É visão fugaz de vida ardente
Presa por um fio
De “penas” diáfanas
E soltas contra a brisa.
Liberdade é isso: vaga lembrança
Do pássaro que pousou,
Passado tão remoto
Quanto nuvens brancas
Neste céu de agosto,
Nesta ilusão
Ardente e multicor de eternidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário